18 julho 2007
15 julho 2007
13 julho 2007
Para SNOWY
09 julho 2007
19 junho 2007
17 junho 2007
Obrigado

Neste último mês, fui abençoado.
Andei rodeado de gente maravilhosa. Que acreditou mais em mim do que eu próprio e não me deixou desistir.
Recebi tanto mimo que até me sinto envergonhado.
Obrigado:
A toda a turma de formação pelo carinho
Ao Jorge e à Susana por acreditarem
Ao Paulo pela ajuda
À Lavínia pela pachorra
À Sofia e à Teresa pelas SMS
À Mariana e à Nela
Ao Eduardo por estar sempre ao lado
À Soninha e à Mãe por TUDO
È por isto que a vida vale a pena.
Se “houver alguma situação em que possa ser útil, disponham sempre. Obrigado pelo vosso contacto e a continuação de uma boa semana”.
Obrigado!
Andei rodeado de gente maravilhosa. Que acreditou mais em mim do que eu próprio e não me deixou desistir.
Recebi tanto mimo que até me sinto envergonhado.
Obrigado:
A toda a turma de formação pelo carinho
Ao Jorge e à Susana por acreditarem
Ao Paulo pela ajuda
À Lavínia pela pachorra
À Sofia e à Teresa pelas SMS
À Mariana e à Nela
Ao Eduardo por estar sempre ao lado
À Soninha e à Mãe por TUDO
È por isto que a vida vale a pena.
Se “houver alguma situação em que possa ser útil, disponham sempre. Obrigado pelo vosso contacto e a continuação de uma boa semana”.
Obrigado!
15 junho 2007
31 maio 2007
Eu e os autocarros...

No Sábado passado fui a Lisboa e fui obviamente de autocarro. Quando entreguei o bilhete ao motorista para “picar” o dito, este enganou-se. Depois de ver o erro disse-me:
“Venha ter comigo no fim da viagem que eu assino-lhe o bilhete.”
No fim da viagem, lá fui ter com o senhor.
Passo a transcrever:
“Aviso: Furei enganado, Êm vez de ida furei volta na carreira das 8h30m.”
“Venha ter comigo no fim da viagem que eu assino-lhe o bilhete.”
No fim da viagem, lá fui ter com o senhor.
Passo a transcrever:
“Aviso: Furei enganado, Êm vez de ida furei volta na carreira das 8h30m.”
21 maio 2007
Autocarros II

Fui a Palmela de autocarro na quinta-feira passada. Comprei o bilhete na bilheteira da estação. Hoje segunda-feira, fui novamente e voltei a comprar no mesmo sítio.
Ainda tinha na carteira o primeiro bilhete e reparei que estes têm um número de série.
De quinta a segunda de manhã foram vendidos 1324 bilhetes, o que dá um total de 1946.28 euros. Isto só naquela casinha onde está uma senhora com um ar de quem não gosta muito do trabalho que faz. Não estou a contabilizar os que se adquirem no próprio autocarro, os módulos pré-comprados nem o passe social.
Ora, o valor ganho pela TST nesses 5 dias (com fim de semana pelo meio e menos passageiros), dá perfeitamente para pagar 2 ordenados decentes (em Portugal).
Se isto é só em 5 dias, num trajecto tão curto e onde os bilhetes são os segundos mais baratos, imaginem o que lucra a TST em todos os percursos que efectua. Só para Lisboa, todos os dias, são milhares de passageiros.
Posto isto:
Haverá mesmo necessidade de termos os restos dos autocarros alemães, onde colocam cortinas novas para disfarçar a “velhice” e o sinal de paragem ainda pisca um Anschlag?
Ainda tinha na carteira o primeiro bilhete e reparei que estes têm um número de série.
De quinta a segunda de manhã foram vendidos 1324 bilhetes, o que dá um total de 1946.28 euros. Isto só naquela casinha onde está uma senhora com um ar de quem não gosta muito do trabalho que faz. Não estou a contabilizar os que se adquirem no próprio autocarro, os módulos pré-comprados nem o passe social.
Ora, o valor ganho pela TST nesses 5 dias (com fim de semana pelo meio e menos passageiros), dá perfeitamente para pagar 2 ordenados decentes (em Portugal).
Se isto é só em 5 dias, num trajecto tão curto e onde os bilhetes são os segundos mais baratos, imaginem o que lucra a TST em todos os percursos que efectua. Só para Lisboa, todos os dias, são milhares de passageiros.
Posto isto:
Haverá mesmo necessidade de termos os restos dos autocarros alemães, onde colocam cortinas novas para disfarçar a “velhice” e o sinal de paragem ainda pisca um Anschlag?
Autocarros
O que está escrito no vidro de um dos autocarros que circulam aqui por Setúbal.
Ir bringen Sie in Bewegung!
Que bom, obrigado! Para os senhores alemães que nos ofereceram este autocarro um grande bem-haja! E para os senhores portugueses que o aceitaram um grande
Du Arschloch! (hoje estou revoltado)
Ir bringen Sie in Bewegung!
Que bom, obrigado! Para os senhores alemães que nos ofereceram este autocarro um grande bem-haja! E para os senhores portugueses que o aceitaram um grande
Du Arschloch! (hoje estou revoltado)
20 maio 2007
Salmos 83:18
"Para que as pessoas saibam que Tu, cujo nome é Jeová, somente Tu és o Altíssimo sobre a terra." - Salmos 83:18
Isto está escrito na Bíblia e não é pelo facto de aceitarmos que Deus tem esse nome que fará de nós uma Testemunha Sua, mas as coisas precisam de ter alguma lógica. Principalmente de serem chamadas pelos nomes.
Papelinhos Bíblicos
Assim que cheguei à paragem do autocarro vi este papelinho. Peguei nele e li-o. Não faço ideia a que religião possa pertencer. Mas tenho a certeza de que não pertence a Testemunhas de Jeová e não me parece nada Católico.“Como é feliz a nação que tem o senhor como Deus” – não deveria ser; que tem Deus como Senhor? Parece-me mais lógico ter um deus como Senhor, do que ter um senhor como Deus…
“Pois confiamos no seu santo nome.” – já agora convinha dizer qual era. Confiar num senhor que nem sequer sabemos o nome não faz muito sentido. A não ser que julguem que o nome desse senhor é Deus. Mas deuses, há muitos e sei o nome de alguns, mas o deste papelinho não é referido…
Há pessoas que acreditam em quê?...
19 maio 2007
Madonna mia
Quem me conhece sabe que sou fã incondicional da Madonna. Não tanto da música, que também gosto, mas mais da pessoa, que muitas vezes me serve de inspiração para a vida.
Lembro-me muitas vezes de uma coisa que li sobre o facto de estarem constantemente grupos de fãs inutilmente aos gritos em frente a sua casa, ao que ela desesperada gritou de uma janela:
"Go home and do something creative!"
18 maio 2007
Estereótipo da nêspera portuguesa que se come com caroços
As fitas que estas Nêsperas usam na cabeça, por azar, não cumprem a sua principal função de segurar o cabelo. São apenas uma coisa ali em cima e insistem em não segurar uma tremenda madeixa de cabelo, que tapa um olho quase por completo.Para uma Nêspera, a moda não é usar calças de cintura baixa. É usar um pneu que transborda do cós apertado por um cinto até ao último furo. Estas calças devem, de preferência, ser largas do joelho para baixo, para que possamos acreditar que ali debaixo está mesmo uma perna de elefante. Também há a versão corsário. Esse ainda é mais eficaz, porque permite que se veja uma pulseira em volta do tornozelo que tem como função cortar a linha da perna, o que a tornará mais grossa e mais curta. Mas se não for suficiente, quem quiser seguir o estilo Nêspera pode optar por uns sapatos estilo bailarina e dar voltas e mais voltas às tiras, mas sempre no mesmo sítio.
Adereços necessários para se ser Nêspera:
Cinto com bolsas
Usar um segundo cinto, colocado na zona mais larga das ancas. Para torná-las ainda mais largas pode adicionar várias bolsas ao estilo Batman, que serão úteis para guardar o telemóvel, os maços de cigarros, … Se sobrarem algumas, pode enchê-las com bolas de jornal amarrotado. às vezes já vêm assim da loja, é uma vantagem.
Mala
Para além dessas bolsas, vai precisar de uma mala. Minúscula, de mão, que se deve usar ao ombro. Isto vai permitir que o braço onde a mala se esconde engrosse. Também pode usar a versão “tira-colo” de alças bastante compridas.
Soutien
As Nêsperas usam soutien com alças muito fraquinhas para que as mamas possam descair livremente e formem mais uma lomba na barriga. As molas para prender atrás não devem usar usadas. É preferível dar um nó bastante apertado. Vantagem: ganha mais duas mamas e várias lombas nas costas.
Camisolas ou t-shirts (no mínimo 3) *
*nota importante: devem ser de 2 tamanhos abaixo
Camisola nº1 – branca de preferência. Deve terminar exactamente na união entre dois pneus (as Nêsperas adoptaram o conselho das damas do séc.XVIII; mostrar fingindo que esconde).
Camisola nº2 – de qualquer cor, mas de alças, para poder mostrar o máximo da que está por baixo.
Camisola nº3 – a principal. A mais bonita. A que se decidir vestir naquele dia (as outras são básicas, constantes). Preferencialmente sem ombros, para que as outras duas não percam nenhum dos seu encantos. Mangas curtinhas, tipo balão, para realçar a gordura dos braços e com folhinhos. As Nêsperas são fofinhas e queridas.
Padrão ou imagem da camisola nº3
Riscas – sempre na horizontal (as linhas verticais alongam a silhueta).
Palavras – coisas como “sou uma louca na cama”, “sou filha de uma puta”, “as raparigas más vão para todo o lado”, em inglês (as Nêsperas não se interessam pelo que está escrito mas sim pela forma das letras). Mas aí é dar largas à imaginação, desde que a imagem fique mesmo em cima das mamas.
Bonecos – bonecas de grande cabeça, grandes olhos e corpos minúsculos. Qualquer imitação da Hello Kitty resulta sempre bem.
Para terminar, não esquecer os brincos espalhados pela orelha acima, um piercing na sobrancelha ou abaixo do lábio inferior e muitas, muitas pulseiras apertadinhas ao pulso, para dar a ilusão de que a mão vai rebentar a qualquer momento.
17 maio 2007
Cerejas

“As conversas são como as cerejas” (lá diz o rapaz do diário gráfico). A vida também é uma mão cheia delas (digo eu). Umas coisas trazem outras, que originam outras que trazem coisas que trazem outras e assim por diante. Há as cerejas doces, as azedas, as podres, as que custam a engolir…
Bem, falo em cerejas, porque o que quero escrever hoje vem na sequência de tudo o que me aconteceu ontem e me vai levar até às nêsperas.
Ontem fui a Lisboa com o objectivo de ir ao Ar.Co (Centro de arte e comunicação visual).
Quando cheguei à paragem do eléctrico nº28 já só lhe vi a parte de trás a subir a rua.Segui-lhe o trilho. Estava bem marcado e de certeza que ia dar ao destino pretendido. A meio da subida, vontade de fazer xixi. Precisava de entrar num café. Tive o cuidado de escolher um onde não estivessem a servir almoços, ou que pelo menos tivesse uma zona livre no balcão para os serviços mais rápidos. Encontrei, entrei. Serviam almoços. À primeira vista, dois. Mas ao balcão não estava ninguém e assim podia tomar um café – não que me estivesse a apetecer, mas acredito que deva ser enervante para um dono de um estabelecimento deixar que a casa de banho seja utilizada por não clientes.
- Boa tarde. É um café e um copo com água se faz favor.
- … (grunhidos) …
- Tem casa de banho?
- … (grunhidos) … lá (grunhidos) … lá em cima… (grunhidos) … tudo cheio…
- A casa de banho está cheia?!
- … (grunhidos) … cheia… cima…
-É lá em cima?...
Subi. No alto da minúscula escada em caracol fui barrado pelo dono do estabelecimento:
-O que é?
- Boa tarde. A casa de banho onde é?
- Está cheio…
- A casa de banho está cheia?
- … (grunhidos) … tudo cheio… clientes… almoços… cheio.
- Eu estou a consumir lá em baixo. Posso usar a casa de banho?
- … (grunhidos) … cheio … almoços…
-Oh homem! Nem casa de banho nem café, bolas!
Saí, deixando uma senhora atrás do balcão com um pires e uma chávena na mão a olhar para mim. Cerejinha podre
Eu sei, devia ter pedido o livro de reclamações e pronto. Estava com pressa e queria era uma casa de banho. Fico com a satisfação de terem tirado um café para o boneco e a esperança de que os dois senhores que estavam no andar debaixo tivessem começado uma longa conversa acerca disto e que tivesse durado a tarde toda.
Lá entrei noutro café. Também serviam almoços… Mas neste caso só os funcionários almoçavam. Nada de clientes à vista. Normal. Bebi o café, fui à casa de banho e ainda saí de lá com a informação de que já tinha passado para além do Ar.Co. Ah! Disseram obrigado. Cerejinha boa.
Assim que entro no Ar.Co pergunto à primeira pessoa que encontro pelo J. Era o próprio. Sorte.. Começava bem. Cereja a prometer ser boa.
Fomos ao bar, conversámos e ouvi cerejinhas doces. Mais doce só com o “bolo por baixo da cereja”.
Saí com a minha amiga Ana, que entretanto tinha chegado. Entrámos numa loja. Daquelas que agora vendem um artesanato revisitado e têm expostos trabalhos de vários artistas.
Mostrei à rapariga da loja o meu mini portfólio, quis ficar com ele. Para semana devolveria. Vão ter em breve uma zona dedicada à ilustração. Cereja boa.
Entra o N, professor no Ar.Co e amigo da Ana. Fomos os três tomar café.
Pela primeira vez na vida ouvi uma crítica ao meu trabalho, como há muito desejava ouvir. Construtiva, dita por quem sabe e que ajuda muito. Cerejinha ligeiramente azeda na certeza de virem muitas doces.
Na conversa e no meio de tanta cereja, acabámos por falar do “estereótipo” da boazona portuguesa. Hum… Boazona portuguesa?... Alguém sabe como é? Sei da brasileira, da americana, da sueca, da italiana… da portuguesa?... não estou a ver.
Hoje levantei-me cedo. Na esplanada de um café na avenida estava à coca. “Deixa ver se passa aqui a boazona portuguesa”. Talvez por ser cedo não vi nenhuma. As boazonas devem dormir até mais tarde, ou passam pela avenida quando eu lá não estou.
Mas vi outra coisa.
Uma cereja azeda portuguesa que me custa a engolir. Daquelas que nos descuidamos e lá vai o caroço, que fica “aqui” entalado.
Já que não encontrei a boazona portuguesa, vou descrever o estereótipo da cereja azeda que se come com caroço. Se calhar chamar-lhe cereja é bom demais…
(como o post já vai longo passo para outro)
Bem, falo em cerejas, porque o que quero escrever hoje vem na sequência de tudo o que me aconteceu ontem e me vai levar até às nêsperas.
Ontem fui a Lisboa com o objectivo de ir ao Ar.Co (Centro de arte e comunicação visual).
Quando cheguei à paragem do eléctrico nº28 já só lhe vi a parte de trás a subir a rua.Segui-lhe o trilho. Estava bem marcado e de certeza que ia dar ao destino pretendido. A meio da subida, vontade de fazer xixi. Precisava de entrar num café. Tive o cuidado de escolher um onde não estivessem a servir almoços, ou que pelo menos tivesse uma zona livre no balcão para os serviços mais rápidos. Encontrei, entrei. Serviam almoços. À primeira vista, dois. Mas ao balcão não estava ninguém e assim podia tomar um café – não que me estivesse a apetecer, mas acredito que deva ser enervante para um dono de um estabelecimento deixar que a casa de banho seja utilizada por não clientes.
- Boa tarde. É um café e um copo com água se faz favor.
- … (grunhidos) …
- Tem casa de banho?
- … (grunhidos) … lá (grunhidos) … lá em cima… (grunhidos) … tudo cheio…
- A casa de banho está cheia?!
- … (grunhidos) … cheia… cima…
-É lá em cima?...
Subi. No alto da minúscula escada em caracol fui barrado pelo dono do estabelecimento:
-O que é?
- Boa tarde. A casa de banho onde é?
- Está cheio…
- A casa de banho está cheia?
- … (grunhidos) … tudo cheio… clientes… almoços… cheio.
- Eu estou a consumir lá em baixo. Posso usar a casa de banho?
- … (grunhidos) … cheio … almoços…
-Oh homem! Nem casa de banho nem café, bolas!
Saí, deixando uma senhora atrás do balcão com um pires e uma chávena na mão a olhar para mim. Cerejinha podre
Eu sei, devia ter pedido o livro de reclamações e pronto. Estava com pressa e queria era uma casa de banho. Fico com a satisfação de terem tirado um café para o boneco e a esperança de que os dois senhores que estavam no andar debaixo tivessem começado uma longa conversa acerca disto e que tivesse durado a tarde toda.
Lá entrei noutro café. Também serviam almoços… Mas neste caso só os funcionários almoçavam. Nada de clientes à vista. Normal. Bebi o café, fui à casa de banho e ainda saí de lá com a informação de que já tinha passado para além do Ar.Co. Ah! Disseram obrigado. Cerejinha boa.
Assim que entro no Ar.Co pergunto à primeira pessoa que encontro pelo J. Era o próprio. Sorte.. Começava bem. Cereja a prometer ser boa.
Fomos ao bar, conversámos e ouvi cerejinhas doces. Mais doce só com o “bolo por baixo da cereja”.
Saí com a minha amiga Ana, que entretanto tinha chegado. Entrámos numa loja. Daquelas que agora vendem um artesanato revisitado e têm expostos trabalhos de vários artistas.
Mostrei à rapariga da loja o meu mini portfólio, quis ficar com ele. Para semana devolveria. Vão ter em breve uma zona dedicada à ilustração. Cereja boa.
Entra o N, professor no Ar.Co e amigo da Ana. Fomos os três tomar café.
Pela primeira vez na vida ouvi uma crítica ao meu trabalho, como há muito desejava ouvir. Construtiva, dita por quem sabe e que ajuda muito. Cerejinha ligeiramente azeda na certeza de virem muitas doces.
Na conversa e no meio de tanta cereja, acabámos por falar do “estereótipo” da boazona portuguesa. Hum… Boazona portuguesa?... Alguém sabe como é? Sei da brasileira, da americana, da sueca, da italiana… da portuguesa?... não estou a ver.
Hoje levantei-me cedo. Na esplanada de um café na avenida estava à coca. “Deixa ver se passa aqui a boazona portuguesa”. Talvez por ser cedo não vi nenhuma. As boazonas devem dormir até mais tarde, ou passam pela avenida quando eu lá não estou.
Mas vi outra coisa.
Uma cereja azeda portuguesa que me custa a engolir. Daquelas que nos descuidamos e lá vai o caroço, que fica “aqui” entalado.
Já que não encontrei a boazona portuguesa, vou descrever o estereótipo da cereja azeda que se come com caroço. Se calhar chamar-lhe cereja é bom demais…
(como o post já vai longo passo para outro)
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